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Os métodos de alimentação

 


O cálculo da ração diária assim como o sistema de abastecimento nos peixes de aquário é um problema muito mais complicado do que possa parecer no princípio e que exige para sua solução pouca coisa interesse e experiência. Ainda que tanto em quantidade como em frequência a alimentação serra diferente em cada caso dependendo do numero e tipo de espécies que contenha cada aquário, expomos na continuação alguns dados que esperamos que possam ser de utilidade pratica.

 

  • Quantidade, Frequência,

  • Composição da dieta 

  • Alimentação de alevins, 

  • Alimentação em ferias 


A quantidade:

 


A regra que se costuma utilizar em aquacultura é que um alevim necessita de uma dose igual a 3% do seu peso corporal, se é adulto Baixa-se para menos de 2%. Isto evidentemente é um cálculo teórico para explorações piscícola, no entanto podem dar uma ideia das necessidades alimentares dos peixes. Muitas espécies de peixes não possuem a sensação de saciedade e são capazes de estar comendo sempre que encontram comida ao seu alcance. Um excesso de comida repercutira negativamente na saúde dos peixes, ocasional do exemplares como o fígado hipertrofiado e com maiores possibilidades de ficarem doentes. Alem disso, certas comidas incham ao hidratarem-se alcançando volume três ou quatro vezes maior. Se um animal engole muito rápido demasiada comida destas características, pode sofrer graves problemas intestinais. Por outro lado a comida que sobra vai parar ao fundo do aquário onde apodrece e pode produzir alterações do PH, intoxicações por formação de derivados nitrogenados aparecimento de fungos e outros parasitas, etc. As espécies de fundo ajudam a resolver em parte este problema, ao recolher os restos depositados no solo. É imprescindível portanto racionar a comida que se administra, observando que esta é consumida na totalidade num tempo não superior a cinco minutos.


Frequência:

 


É mais recomendável dar a ração diária em duas ou três doses (manha, meio-dia e a noite), que toda de uma só vez. Exceptuando os carnívoros que estão habituados a capturar presas esporadicamente e a armazenar o alimento no estômago e resto dos peixes costumam passar a maior parte do tempo procurando comida e o seu estômago não esta preparado para armazenar alimento.


Composição da dieta:

 


O ideal seria poder dar a cada peixe o mesmo que come em liberdade. Como isto não é possível devemos tentar administrar uma dieta o mais variada possível, inclusive de um dia para outro, com o fim de evitar as carências de algum componente nutricional. Não se deve esquecer que um exemplar habituado, durante muito tempo a um tipo concreto de alimento demorara algum dia a aceitar outro tipo de alimento. Na prática e fundamentalmente por comodidade costuma-se administrar uma dieta baseada em comida seca. Isto é perfeitamente viável se varia constantemente de tipo e/ou marca e se proporciona regularmente certa quantidade quanto mais melhor de alimento vivo. Não é recomendável abusar dos vermes tipo tubifex pelo seu alto conteúdo de gorduras.

 


Alimentação de alevins:

 


Os alevins pelo seu pequeno tamanho requerem uma alimentação especial. É preciso dar-lhe presas muito pequenas (infusorios ou artemia) ou preparados comerciais líquidos ou em pó, especiais para eles, de três a cinco vezes ao dia. A medida que aumentam de tamanho pode-se-lhes ir administrando comida de adulto.

 


Alimentação em férias:

 


Existem três possibilidades de resolver este problema. Se o tempo é breve, não muito superior a uma semana e os peixes tenham sido bem nutridos durante o mês anterior, podem aguentar perfeitamente sem comer. Inclusive alguns procurarão restos anteriores no solo e nos cantos, ou comerão algas ou fragmentos de plantas. Este sistema não é viável se no aquário existirem alevins. A segunda possibilidade é instalar um comedouro ou alimentador automático, que deixara cair na água uma dose fixa de comida em intervalos de tempo fixo. Este aparelhos é útil para estas ocasiões, no entanto num aplicador como sistema permanente de alimentação pois não distribuem o alimento. O terceiro métodos é o de toda a vida, encontrar um amigo que se responsabilize de alimentar os peixes durante as nossas férias. Se também é aficionado da aquariofilia, perfeito. Se não, é recomendável deixar empacotada a comida em rações diárias.