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Os vários aquecedores

 

 

Aquecedor com termóstato



Reúnem num tubo de vidro o termóstato e o aquecedor; o primeiro este situado na parte superior e a resistência na inferior. Na cabeça possui um regulador para ajustar a temperatura, em alguns modelos a cabeça é também submergível, mas os aquáriófilista mais experimentados preferem deixa-la sobre a superfície da agua, não só para evitar acidentes como para fazer pequenos ajustes na temperatura quando necessário, por exemplo elevada a temperatura para a reprodução ou tratar qualquer doença. Assim o aquecedor com termóstato coloca-se em posição vertical num canto traseiro do aquário, junto do corte em ângulo da tampa. Convém estar seguro por ventosas para evitar danos. É também necessário assegurar que arredor haja uma boa circulação da agua perto da saída do filtro ou colocando um difusor de ar ao lado, para evitar zona mais quentes, e outras mais frias na agua do aquário. São aparelhos compactos, úteis e funcionais porque reduzem o número de elementos estranhos dentro do aquário e o número de fios eléctrico na parte de trás do aquário. Tem o inconveniente de não se fabricarem em tamanho pequeno o que obrigada a colocá-los em aquário mais pequenos, com um resultado de estética duvidoso.

 

 

 


Aquecedores com termóstato integrado em filtro exterior

 


Tem grandes vantagens em relação aos outros sistemas. Estão instalados aos outros sistemas. Estão instalados em potentes filtros exteriores e só resultam em aquários de grandes volumes. Como a água circula pelo filtro a uma grande velocidade o calor difunde-se rápida e homogeneamente por todo o aquário. Temos também toda a instalação do filtro e aquecimento com só fio. O seu principal inconveniente é o preço. Embora alguns aquariófilos digam que tem que parar o filtro para administrar algum medicamento e que por isso ficamos sem aquecimento a solução é tão simples como tirar a saco do carvão activado e deixar o filtro a trabalhar com o resto das matérias filtrantes.

 


Mantas eléctricas

 


São relativamente recentes na aquariofilia embora nos ternários sejam instalada já a muitos anos. A resistência disposta numa superfície quadrangular muito plana que se situa de baixo do aquário (fora dele) por cima de uma superfície isoladora que ajude a irradiar o calor para cima. Podem ser controladas por um termóstato convencional ou por um termóstato electrónico, que se coloca fora do aquário junto a um dos vidros. A perda de sensibilidade por estar fora da água é compensada por serem aparelhos mais precisos. Também a digitais. Em grandes instalações tem a vantagem de um só termóstato poder controlar ate 1200 w de potência enquanto que os de vidros não convém que passem dos 300 w .

 


Cordão eléctrico

 


Outros solução de aquecimento " de interior " o cordão eléctrico que pomos de baixo do areão do aquário. Este tipo de aquecedor oferece esta vantagem que os peixes não se queimem. É o melhor sistema de aquecimento para aquários grande e em que se deseja uma vegetação exuberante. O cálculo da resistência adequada para um determinado aquário pode ser feito na base de um Watt por litro. Como se sabe a agua quente é menos densa do que a fria, o que provoca no aquário uma zona mais aquecida junto da superfície arrefecendo gradualmente ate no fundo e originando portanto uma estratificação térmica. Para evitar que isto aconteça é necessário dispor de uma boa movimentação da água que se consegue pelo funcionamento de uma ou mais pedras difusoras. O controlo da temperatura da agua do aquário é feito por um termómetro.

Fornecer calor ao substrato para certas espécies (Barclaya longifolia, mais especificamente). Neste caso, o substrato deverá estar mais quente que a água. ("Pés Quentes")


1. Fornecer calor ao substrato para acelerar processos bioquímicos.


2. Transportar nutrientes da água para o substrato. Elementos importantes seriam a amónia (proveniente das dejectos dos peixes, etc.), ferro (proveniente da adição de elementos raros, i.e., oligoelementos), cálcio, potássio e outros oligoelementos. Serão assim repostos os nutrientes utilizados pelas raízes e proporcionada uma viabilidade a longo prazo (em termos de anos).


3. Transportar produtos nocivos para fora do substrato. Produtos da decomposição podem ser prejudiciais para as raízes das plantas. Existe também alguma conjectura sobre o fenómeno de algumas plantas libertarem toxinas em pequenas concentrações, afastando assim outras plantas do seu território (algumas algas vivem à custa deste processo). Se estas toxinas se acumulam por falta de circulação, a planta pode prejudicar-se a si mesma.


4. Proporcionar um meio de ligação da união bivalente dos oligoelementos com uma molécula orgânica, permitindo que esse oligoelemento seja absorvido pela estrutura capilar das raízes.


5. Proporcionar um meio redutor, em vez de oxidante, que permita manter o estado bivalente dos elementos raros (utilizável pelas plantas) ou a redução do seu estado oxidado trivalente. Especialmente o ferro será rapidamente oxidado em contacto com a água com níveis normais de oxigénio.


Os cabos de aquecimento proporcionam os "pés quentes" e, directamente, calor para os processos bioquímicos. As correntes de convecção geradas pelas fontes de calor localizadas nas resistências de aquecimento provocam o transporte de nutrientes e toxinas. A laterite em 1/3 do fundo de substrato, proporciona o meio catalisador. As lentas correntes de convecção, juntamente com as colónias de bactérias nutrificastes no substrato reduzirão a presença de oxigénio em direcção ao fundo, proporcionando um ambiente redutor