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A agua


Como sempre em aquariófilo marinha, preocupamos em manter uma excelente qualidade de água. Os amoníacos e os nitritos são simples de os manter. Para os nitratos, a taxa deve ser inferior à 30 mg para a simples manutenção. Para a criação alevins deve estar próximo de zero. Lado pH, o habitual: 8,0-8,3.


A qualidade do sal é idêntica à dos aquários de águas salgadas. Para as espécies que vivem em águas tropicais, A taxa salinidade é muito importante. Uma taxa salinidade é em média de 1.021 é ideal (30-33 g/l) para manter os hipocampos em boas condições. Os limites que não convêm ultrapassar são de 1023 para cima e de 1020 para baixo (em caso de doença declarada). É necessário verificar que esta taxa continua a ser idêntica, o que necessita impor alguns controlos suplementares e de fazer algum ajusto quando necessários. Se a água for demasiado salgada, é suficiente ajuntar progressivamente água de doce exactamente da mesma temperatura e com o mesmo pH da água que tem o aquário. E no caso contrário se a agua não estiver o suficientemente salgado, é suficiente ajuntar alguma água salgada com os mesmos parâmetros em temperatura e pH. É necessário fazer testes intermédios para não fazer demasiadas variações para poder ajustar no sentido oposto. Com no caso de outros parâmetros a respeitar, não se deve fazer nenhuma variação repentina, isto porque pode desorganizar o sistema de saúde dos seus hóspedes e ocasionar uma doença. O ajusto deve ser feito da saída do filtro de modo que mistura se faça da melhor forma. É necessário fazer atenção que o cloro e correcções química, antes da introdução da mudança da água é necessário fazer descansar a água dum grande recipiente algumas horas. Pode-se acelerar o processo pondo uma bomba que areja a água, o suficiente para quebrar a superfície da água.



A temperatura mais apreciada pelos cavalos-marinhos situa-se à volta dos 26 graus, e o mínimo preconizado é de 25 e o máximo suportado de 30 (caso frequente no verão).


As mudanças brutais são de evitar, além disso eles vão esgotar-se, e deixar de se alimentar e assim enfraquecer. O ideal é mantê-los à uma temperatura de 23 à 24°C para poder montar progressivamente à 26°C se queremos os fazer reproduzir-se. A regra é a mesma para todos os animais, nunca fazer de choque térmico porque aquilo é-lhes fatal. Se tiver de alterar a temperatura, é necessário realmente tomar o tempo e fazê-lo sobre vários dias. É necessário fazer atenção em colocar o aquecimento, os cavalos-marinhos não devem estar em contacto directo com os aquecedores.


Filtro


Do que diz respeito a filtração da água, não hesite colocar o melhor filtro em acção a fim de assegurar uma qualidade de água sem igual para os cavalos-marinhos que são muito sensíveis a toda a alteração do seu meio. Não provoque uma grande circulação de água com as bombas sobredimensionadas. As correntes muito violentas não são apreciadas. Um débito de mais ou menos 400 a 600 litros/hora para um volume de 100 litros (ou seja uma circulação mais ou menos 4 a 6 vezes o volume de água, incluindo todas as bombas) é um princípio suficiente. Dirija o jacto das bombas, filtros, etc., de maneira a manter o aquário o mais calma possível. Se os cavalos-marinhos desejar corrente, este irá procurá-la quando o desejar. Introduza uma boa qualidade e quantidade de elementos filtrantes. Como por exemplo, os elementos filtrantes devem ser de, cerâmica, espumas de 2 grossuras diferentes, algodão, e eventualmente carvão. Consideramos que o carvão deve ser utilizado pontualmente, por exemplo para ajudar e retirar nitritos e nitrato ou para retirar os resíduos de tratamentos de medicamentosos. O carvão não deve permanecer mais de 3 a 4 dias, tem um forte poder absorvente mas tem um grande problema, para além de 4 dias abrandem os elementos absorvidos. E por conseguinte é imperativo não o deixar mais tempos. É necessário saber que vez enxaguada bem e secado é reutilizável. Uma grande capacidade de filtragem nunca é nociva, antes pelo contrário. Um esterilizador UV é bastante aconselhado para todos os aquários de água salgada em prevenção de doença.


Oxigenação


O meio pouco profundo onde evoluem os cavalos-marinhos tem uma corrente de água um pouco forte, por conseguinte uma taxa de oxigeno elevado. Para respeitar isso, as técnicas empregadas em aquário arriscam ter a presença de micro bolhas de ar que permanecem muito tempo em suspensão dentro da água. A oxigenação deve por este motivo ser feita do filtro.
Os conselhos são controversos quanto à utilização de difusores de ar, realmente imperativos num aquário marinho, sobretudo em caso de aumento da temperatura (no verão por exemplo). Por vários motivo, é verdade que os cavalos-marinhos podem engolir o ar produzido, quer por diversão, quer colocando-se por debaixo para tentar se desparasitar (em caso de doença) o que poderia provocar a morte por uma grande absorção.


Em princípio, isto só ocorre quando alguma coisa não está bem, por isso mesmo deve-se procurar a causa principal. Quer se trate de adultos ou de recém-nascidos, inteligentes por natureza, embora gostem de frequentar sem abuso, em princípio ele têm o reflexo de desviar a cabeça do jacto de ar. Os difusores são entre outros um meio excelente de detectar uma eventual doença presente no aquário. Pelo contrário, nunca se deve colocar debaixo do cascalho, porque certos cavalo marinhos poderiam confundir as grandes bolhas que daí saem com os alimentos.


Também terá que se assegurar que as míni bolhas formem uma coluna direita, subindo à superfície e que não se propaguem pelo o aquário. A melhor solução é colocá-las por cima do solo em vertical, afim que somente finas bolhas possa sair e assim fazer com que estas se afastem ao máximo da corrente provocada pelos filtros e bombas. Convém indicar que este sistema de oxigenação não é o melhor, porque faz com que o ar ambiente entre no aquário, ou seja mais de 21% de oxigénio (O2) contra 79% de azoto (NH2). Por isso mesmo terá que se utilizar bombas de grande potência. 


Luz

É necessário notar que os cavalos-marinhos não gostem de iluminações intensas, mas preferem uma iluminação mais fraca. A luz é importante para assegurar o crescimento das algas que forram o fundo. Os cavalos-marinhos parecem não ser incomodados por uma luminosidade demasiado forte. Mais como fórmula geral para um aquário de 100 litros a luz terá de ser no mínimo de 36 Watt, ou seja dois néons de 18 Watt.