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Alimentação



O momento das refeições é esperado com grande importância. Juntam-se ao vidro do aquário mexendo-se de maneira mais rápida que o costume. Depois de bem alimentado, voltam à calma habitual. Se eles persistem em se comportarem da mesma maneira depois da distribuição da comida é porque esta terá sido insuficiente. Não nos podemos esquecer que estamos a falar de animais que passam o dia a comer nos seus contexto habitual e também que não se pode exagerar.


Por este motivo a alimentação é ponto mais importante e mais difícil dominar, e é esta uma das dificuldades para o aquariófilo que só dispõe do que está presente no mercado ou então deverá ele mesmo desenvolver a comida apropriada. Os cavalos-marinhos comem em princípio apenas presas vivas e adaptadas em tamanho e em qualidade à sua boca e sistema digestivo delicado, principalmente plâncton e pequenos crustáceos no seu habitat natural. São grandes comedores que passam uma boa parte do dia a caçar.


Eles só assentam bem presas vivas, os flocos e os alimentos liofilizados não são bem aceitos. Mas quando adquirimos um novo animal, existe todo um processo de o habituar progressivamente a este novo modo de alimentação, que já deveria ter sido feito na loja. A frequência de distribuição da comida é de 2 vezes por dia. Se não for o caso terá de se lançam na reprodução de artémias e para depois fazer o processo dos habituar a um novo alimento. 

 

 

 

Em catividade, eles aceita uma comida paliativa viva ou congelada em que a principal é "artémias salinas". Os "mysis" e "ciclopes" também lhes agradam. Enquanto os "krills" e as "dáfnias" eles só os comem quando a largura da sua boca o permite, mas aparentemente não são muito apreciados. Os micros vermes só serão tolerados por alguns.

 

 

 

 

 

Cerca de vinte presas por dia para um só indivíduo parece ser suficiente para o manter em forma. Com certeza, se lhe derem mais, ele não vai dizer que não, mas atenção à poluição. A mesma alimentação pode também ser dado viva ocasionalmente e contribuindo com suplementos em vitaminas. Um outro ponto importante é de evitar a falta de vitaminas, cálcio e oligoelementos. É fortemente aconselhado de juntar regularmente à água do aquário soluções líquidas destinadas a este efeito.

 

 

E difícil de saber quanto tempo é que um cavalo-marinho adulto consegue aguentar-se sem comer e quais são as repercussões sobre o seu organismo. Um prazo de 2 a 3 dias parece razoável quando este é alimentado anteriormente como deve ser e que esteja de boa saúde. MAS DESACONSELHA-SE FORTEMENTE. Um cavalo-marinho tem que se alimentar regularmente. Para isso tudo, depende se ele encontra as presas no aquário ou não e em que quantidade. Se não uma fraqueza pode aparecer com as consequências que dai resultarem. De qualquer maneira, ele portara-se à muito melhor e saberá reconhecer se comer sempre o que deseja. O que temos de lembrar, é que no mar, os cavalos-marinhos passam os seus dias a comer o que lhes passa sob o seu 'bico'. Um cavalo-marinho subalimentado é stressado é infeliz. Durante as refeições os adultos como os filhotes podem-se asfixiar, é necessário vigiá-los


 

Em todos os casos, é necessário vigia-los após eles ter dado comido. É possível que o alimento faça uma falsa estrada e ficam um pouco engasgados. Se é este o caso, eles alteram o comportamento e vacilem. Comportam-se como um peixe doente nadando bruscamente entre outras coisas. Alguns aconselham tentar de os segurar entre os dois dedos e o abanar ligeiramente de cima para baixo para obrigá-lo a expulsar o pedaço em causa. Mas tendo em conta o seu tamanho, não sei se este método realmente é aconselhado. Uma ligeira pressão sobre o abdómen parece mais adequada. Mas de qualquer modo e preferível dar-lhes alimentos pequenos, a que cortar o alimentos se parecem demasiado grande para a boca, antes de empregar os grandes meios. Certamente, terá observado que a sua cabeça termina por um tubo com um pequeno orifício, esta é a sua boca mas não podem a abrir. A sua única possibilidade de se alimentar é então de aspirar o seu alimento e aqui esta, o problema de eles se engasgar-se.

 


Conselho de comida

 


Quando receber os novos cavalos-marinhos, já devera ter uma criação de dáfnia jovem e uma outra de artémia adultos para ter uma escolha e uma variedade.

Damos desde o primeiro dia artémias adultos, uma dezena, para da sua primeira refeição. Imediatamente que eles viram os movimentos das presas, o seu interesse vai despertar, a fêmea se desloca imediatamente para caçar. Uma vez a integralidade das artémias comidos, acrescentamos uma vintena de dáfnias do aquário. E recomeça imediatamente a alimentação ate ao esgotamento do alimento.

Seguida, tomamos o abito de desligar a corrente da agua que sai do filtro do momento da alimentação para permitir-lhes que se alimentar da melhor forma. As dáfnias, como os artémias, não são de qualquer forme o alimento ideal para os cavalos-marinhos.

 


Encontramos outras soluções 

 

 

 

 

 

- Damos as dáfnias apenas de pouco em pouco, assegurando que são comido progressivamente por os cavalos-marinhos e em colocando pequenos camarões (do tipo Palaemonetes,) que se encarregam da limpeza dos desperdícios sólidos. 

- Substituímos progressivamente as dáfnias e artémias (alimento principal) por presas diferentes tais que jovens camarões cinzentos (Crangon crangon) de um tamanho que vai ate 0,8-1 cm e sobretudo crustáceos pelágicos marinhos de ordem dos Mysidacea, cuja dimensão máxima é 1,5 cm. Estes pequenos camarões são sem dúvida um alimento importante na natureza para os cavalos-marinhos.