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Alimentação dos pequenos
Durante as primeiras semanas da sua vida, os pequenos permanecem na bolsa incubadora do pai. São alimentados por uma secreção produzidos pelo o pai. A partir da expulsão da bolsa, os pequenos são capazes de se alimentar. Mas os recém-nascidos não dispõem de uma reserva de alimento, mas conseguem comer perfeitamente, dai a necessidade de os acompanhar imediatamente. Infelizmente existe muito pouca coisa para os animais deste tamanho. Os recém-nascidos alimentam-se principalmente de "micro plâncton". Um produto que está disponível no comércio, mas polui muito os aquários. Uma outra solução consiste a introduzir
infusórios, e de seguir de pouco em pouco quando já têm alguns meses dar crias de artémias e vermes.
A alimentação mais simples para um amador e por outro lado também a mais apreciada, é de fazer eclodir "larvas artémias" técnica que cria por vezes problemas por causa da qualidade dos ovos que se encontram à venda. É primordial de comprar ou fabricar nós mesmos os incubadores que permitam uma perfeita separação dos ovos e das larvas. Nunca nos poderemos esquecer que as cascas dos ovos não se introduzem no aquário. Os recém-nascidos poderiam as absorver e aí morrer rapidamente.
Também é de prever o fornecimento a partir das duas semanas em complemento, em alternativa ou em mudança as larvas "ciclopes congelados" (ou outro copépodes), isto porque têm a dupla vantagem de os acostumar progressivamente a uma comida inerte e facilitará ulteriormente a transição para uma outra alimentação. A esta idade, a boca é pequena, mas têm um grande apetite. Por isso tem que se ter cuidado a distribuir as rações no mínimo 4 vezes por dia com intervalos regulares de 3 à 4 hora. Uma vez saciados ao fim do dia, os recém-nascidos passam a noite sem outras necessidades, mas terão que ser alimentados na primeira hora. A adição regular de soluções vitaminadas com oligoelementos na água do aquário é igualmente um factor importante para um êxito.
Desde a idade de 1,5 à 2 meses fornecer-lhes progressivamente "artémias" congeladas para adultos. Escolher e retira só os pequenos exemplar ou reduzi-los de maneira que se podem ser comidos por os pequenos cavalos-marinhos. Se tal não for feito morrerão por asfixia ou recusando-se a comer convenientemente.
Pelas mesmas razões evitar as "artémias" vivas são muito rápidas e de tamanhos variáveis. As "mysis" congeladas mesmo desfeitas, provocam muito facilmente as mesmas chatices por causa da estrutura da cauda e da cabeça.
Limitar-se então "as artémias", mas continuando em todo o modo de alimentação precedente, até que todos os hóspedes comecem a comer. No caso onde 'as artémias' sejam recusadas continuamente, dar "os ciclopes" e as "larvas artémias" até que à aceitação das 'artémias' para adultos.
Se um ou dois indivíduos ainda continuam reticentes, tentar neste momento algumas 'mysis', procurar só pedaços com pequenos espécimes pisá-los com os dedos a fim de os espalmar. Neste caso, seja muito vigilante, cuidado com as asfixias!
A comida para os recém-nascidos da primeira idade pode ser reduzida progressivamente aos 6 à 7 meses, para 'mysis' e as 'artémias' de todos os tamanhos (vivos ou não) que em princípio podem ser dados.
Sintomas de asfixia
Apesar de todos os esforços, os seus pensionários podem-se asfixiar. Os sinais "corredores antecipados" é uma maneira de nadar saca, reviravolta, excitação, ventilação e contactos faciais intermitentes, salto brusco para o fundo. A primeira coisa a fazer é de os observar depois de cada distribuição. Ao primeiro sintoma ou enquanto eles respiram, agarrá-los delicadamente pelo corpo entre dois dedos (cabeça para baixo), abaná-los de cima para baixo, até à expulsão do corpo estrangeiro. Desde que visível, pode retirar o bocado na ponta do focinho se for necessário.