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Aquário

 


O princípio da aquariófila é reproduzir o melhor possível ambiente natural que as espécies vivem


Na natureza, o cavalo-marinho vive em zonas pouco profundas, de preferência perto da vegetação para poder rapidamente esconder-se em casos de agressão. É por isso é necessário lhes fornecer um aquário específico para evitar o máximo stresse e aos ataques.
O aquário de água salgada é bastante difícil, e é do mesmo modo para o aquário específico de cavalo-marinho. Fazer um aquário específico de cavalos-marinhos aumenta as possibilidades de sucesso. A montagem do aquário tem uma grande importância, como já vimos o ideal é reproduzir mais fielmente possível o seu habitat natural.


Estes pequenos animais têm necessidade de um grande volume de água, gostam se deslocar sem estar a ser obstruídos. Gostam de ter pequenos cantos íntimos onde reencontram-se em casal, mas também gostam de ser pouco independente, e de ir cada um do seu lado de tempo em tempo. É necessário conseguinte encontrar o adequado meio, geralmente considera-se que 3 à 4 cavalo-marinho podem coabitar em um aquário de 100 litros com a decoração, mas tudo isto exige uma manutenção minuciosa. O ideal seria um aquário de 300 litros para uns 15 hipocampos. Este volume permite respeitar as suas necessidades, de ser bastante fácil a sua alimentação e sem ser demasiado défice a procurar o seu alimento, ainda que a procura ocasionalmente lhe proporciona algum prazer.


Mas evite uma capacidade demasiadas grandes a fim de assegurar alguma intimidade aos cavalos-marinhos que também não precisam de ter um enorme espaço de cativeiro e assim facilitar-lhes a procura de alimento. Mais quanto maior for o volume, mais fácil é a sua manutenção por isso a que haver um equilibro entre a necessidade e o tamanho do aquário. E é de não esquecer que mais o aquário é grande mais o equilibra se mantém facilmente e as variações dos parâmetros são razoáveis. Mesmo assim deve se ter uma vigilância minuciosa, são muito sensíveis aos nitritos e nitrato.


Por outro lado, é imprescindível que os seus inquilinos, que se situam entre as espécies marinhas mais frágeis, se sintam perfeitamente à vontade e beneficiem por isso mesmo de uma instalação adequada.


Eles adoram agarrar-se e camuflar-se entre elas. E de evite os objectos pontiagudos ou qualquer outro objecto que pela sua forma poderia ser cortante. O cavalo-marinho passa uma parte da sua vida suspenso ou agarrado a tudo o que pode. Eventualmente deverão se fazer pequenos refúgios. A decoração devera também compreender vários elementos bastante finos que lhes permitir de se agarrar pela cauda, por exemplo: árvores de coral morto, pedra com cavidades espessas, mesmo as plantas com ramos finos em plástico são apreciadas (sobretudo pelos mais pequenos). Também pode, utilizas una camada de areia do mar constituída de lasca de cascais de moluscos, é rica de boas bactérias. Os elementos em metal são de excluir. Recrear herbários ou em alguns casos zonas bem plantadas com algas que ramifiques para que eles possam se pendurar facilmente. Se poderem plantar o aquário com zostères ou posidonies. Mas a conservação destas plantas em aquário ainda não podem ser realizado com sucesso. Mas também pode utilizar caulerpes. Permitem aos peixes se agarrem à vontade das suas deslocações. De dia as plantas produzem oxigénio (O2) e absorvem gás carbónico (CO2), mas a noite absorve oxigénio.


Em resumo, é necessário, areia, rocha e/ou madeira, algas, e os cavalos-marinhos, e nada mais!


Quanto às pedras vivas, pode ser que sejam úteis, mas não são uma necessidade imperativa e poderão se tornar mesmo perigosas. Os organismos presentes parecem ser igualmente de grande interesse a título de alimento vivo. Por outro lado, como o verificam certos autores, nós nunca sabemos quais os organismos, que elegeram domiciliam dentro dessas pedras, poderão ser importados nos nossos aquários, alguns podendo vir a ser muito incomodativos, ou até mesmo mortíferos (caranguejo, sanguessugas, etc. ...). Atenção o caranguejo é o maior inimigo dos cavalos-marinhos.