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Uma espécie com muitos nomes
Desde do início dos anos 70 que se conhece o ciclídeo do lago Malawi com o
nome de labidochromis Caeruleus “Yellow” (Lion's Cove). A espécie tem uma
larga borda longitudinal negra na barbatana dorsal e do mesmo modo, das
barbatanas peitorais e anais são orladas de preto. E com uma característica,
que é a forma da boca que destes animais são particularmente pontiaguda e
para além da cor amarela que distingue este peixe.
Este ciclídeo fez a sua aparição em meados dos anos 80 na Europa (foi visto
pela primeira vez em 1985 numa exposição de ciclídeos da capital de Malmo
que fica situada na Suécia) e com todos as características físicas desta
espécie se caracterizaram estes peixes.
Dos meados dos anos 80, com o
desempenho de Pierre Brichard, quando esta espécie foi trazida para uma
estação de pesca no Burundi que fica situado da margem Norte do lago
Tanganica. Daí começo se a fazer a criação desta espécie, conforme foi
planeado e também se fez o envio de exemplares para a Europa. Só mais tarde
e praticamente sem grande aparato, que o peixe torno se conhecido,
principalmente como "Yellow" foi baptizado em 1956 ao Labidochromis
caeruleus “Yellow” (Lion's Cove) por Geoffrey Fryer.
Também a umas espécies que forem muito conhecidas nos anos 70, e que forem
confundidas com o Labidochromis caeruleus “Yellow” (Lion's Cove), como
exemplo o Labidochromis “caeruleus likomae” que ganhou o nome científico de
Caeruleus porque o primeiro exemplar descrito era um macho azulado da baía
de Nkhata no lago Malawi (Caeruleus significa azul em latim), não tem
absolutamente nada a ver com o Labidochromis caeruleus “Yellow” (Lion's Cove)
e também não é, nenhuma subespécie.
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