home

 

A criação Pelvicachoromis pulcher

 

 

 

 

O cortejo

As fêmeas são elas que iniciam o cortejo nesta espécie e deve de ser por isso que elas estão dotadas de uma coloração intensa. Também em determinados momentos elas chegam a ser muito agressivos. Quando uma fêmea se prepara para criar, as suas cores avivam-se ainda mais do que é costume e com mais frequência entro no território do macho. Ate esse momento quando elas eram mais jovens, ou simplesmente se estavam adaptando a um novo aquário, o mocho realizava um ataque frontal perante o qual a fêmea fugia e era muitas vez perseguida, a pobre fêmea se esconder  atrás do aquecimento ou entre os tubos do filtro. Não nos devemos preocupar esta comportamento é passageiro pois o fêmea ao pouco começa a responder ao ataque do macho com uns ligeiros golpes e nadando a sua volta com as cores mais intensificadas.

Acasalamento do Pelvicachromis Pulcher "Krivensis"

Quando o barriga da fêmea começa a mostrar sintomas de que os ovos estão a ficar no seu interior, não só não fogem do mocho como ainda o provoca descaradamente. Então ela mostro o seu corpo dobrado em forma de "S" de maneiro que parece que a sua barriga esta ainda mais repleto de ovos. As suas barbatanas vibram rapidamente e em volta da seu barriga e a pele escurece o que faz destacar ainda mais a coloração vermelha.

Nesta altura o macho sabe reconhece-la como seu par e deixa de ataca-la e tenta chamara para  o seu território. Por outro lodo também ele inicia movimentos de cortejo com as suas barbatanas abertos, mostrando as suas manchas negras da barbatana dorsal e caudal, assim como as linhas dourados. Os dois membros do casal entram e saem continuamente do esconderijo o que antes era o território do macho, a fêmea inclusivamente colaboro na sua ampliação tirando areia com a boca.

Se todo o processo seguir assim sem problema a fêmea não tardará em mostrar a zona anal dilatado é sintoma evidente de que a desova está para muito breve. Muitas vezes acontece que neste preciso momento o casal decidem que o local que tonto trabalho deu não é o lugar apropriado para desovar e somente umas horas antes da desova, mudam o seu ninho. Geralmente o sitio onde por fim se decidem em por os ovos está um pouco mais escondido que o anterior.

Quando realizam a desova, muitas vezes o momento nos passar despercebido. Este pode se detectar porque os dois membros do casal revezam-se para entrar no esconderijo. Primeiro a fêmea põe os ovos enquanto o macho espera nervoso tentando entrar e quase empurrando a sua parceira para fecundar os ovos. Estes pequenos problemas são ocasionados devido ao pequeno lugar onde eles esconde a desova. Se o casal se decide por um espaço mais amplo, como o interior de um vaso por exemplo, então passa-mos umas horas sem os ver . Uma vez terminado a desova e a fecundação, só a fêmea que fica a cuidar dos ovos durante as primeiras horas. Ai o macho defendera com muita agressividade o seu território.

A desova do Pelvicachromis Pulcher "Krivensis"

Os ovos são de cor âmbar, muito claros e mais opacos que dos outros ciclideos. O seu número por desova é, naturalmente muito variável. Os jovens "Kribensis" ponham entre 40 e 100 ovos por desova.

Os ciclideos de ventre vermelho sabem ser muito bons pois, em especial as fêmeas, cuidam com dedicação as suas crias. Por vezes aparece algum macho que come os ovos normalmente o ponto de eclodir, mas a fêmea sabe ataca-lo duramente. E se for necessário tem-se que substituir o macho.