· No segundo dia os ovos tornam-se mais escuros.
. No terceiro dia após a postura já eclodirão mas não se movem,
simplesmente é como se lhes tivessem crescido uma cauda aos ovos. Pela a
noite começam então a agitar-se.
· No quarto dia agitam-se um pouco mais e caiam no solo, alguns ainda se
apresentam colados entre si. Neste momento se estão com a mãe, ela
encarrega-se de mudar para um lugar seguro ou qualquer outro
esconderijo.
· No quinto dia continuam igual, mas já se notam os olhos.
· No sexto dia apresentam o corpo bem formado, inclusive já se distingue
as diferencia da cauda e a cabeça que aparece por um enorme saco
vitelino.
· No sétimo dia distingue-se também as barbatanas peitorais os olhos com
a pupila e a boca.
· No oitavo dia notam-se as primeiras manchas negras no corpo e começam
a levantar-se do solo, tentando nadar.
· Entre o nono e o décimo dia conforme a amplitude do esconderijo e a
tranquilidade dos pais aparecem seguindo a sua mãe. Então já se
distingue muito bem a "forma do peixe" com o saco Vitalino totalmente
absorvido e com as principiantes manchitas formando linhas verticais
muito diferentes em relação aos exemplares adultos.
Nos dias sucessivos eles se alimentando basicamente com a artemia e
assim crescem depressa.
Acompanham a mãe por todo o lado no aquário em busca de
comida. É muito curioso quando a mãe se assusta ou se agita, as crias vão
em direcção ao solo ate que a mãe relaxe e volte a nadar tranquilamente.
Há sempre alguma cria que se afasta do grupo, então
a mãe não demora em pega-la com a boca para leva-la de volta paro junto
dos seus irmãos. Durante um mês aproximadamente as crias mantêm as linhas
verticais da sua coloração infantil, o seu crescimento é uniforme mantendo
todos um tamanho igual. Seguidamente começam a aceitar a comido seca,
finamente triturada e se dermos a mãe certos preparados caseiros, os
filhotes rodearão
a mãe para comer os restos que sai da sua boca. Alguns aquáriófilista
defende a tese que a fêmea "da de comer" as suas crias desta forma, mas não
creio que se pode defender esta opinião por muito enternecedora que nos
pareça.
Entre um mês e meio a dois meses os peixinhos são totalmente
independentes. Os pais disponham-se a fazer uma nova postura e é preferível
separar as crias para um aquário maior para que elas cresçam melhor. Algum
jovem peixe atrasar-se-á no seu crescimento e pode acontecer que os seus
irmãos lhe tornem a vida impossível acabando por morrer.
Não tardam muito se
manifesta as diferenças sexuais sobretudo porque os machos crescem mais
depressa.
Para terminar gostaria de fazer alguns comentários sobre os
aquáriófilista que se dedicam a reprodução de peixe de aquário.
Infelizmente, muitos vezes os
aquáriófilista utilizam exemplares medíocres ou que são irmãos. Com eles
produzem uma degeneração dos belo "Kribensis" Estamos acostumados a ver os
peixes quase sem tons dourados nas barbatanas, machos sem o tom azulado nos
primeiros raias das pélvicas e além disso apresentam tamanhos cada vez mais
reduzidos. Há que fazer um esforço por aumentar o interesse entre os
aquáriófilista e não esquecer de renovar o sangue com os magníficos
exemplares que vão chegando nos importadores.