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A criação Pelvicachoromis pulcher

 

 

 

 

Eclosão dos ovos

 

É bom dizer que o incubação dos "kribensis" é a mais longo deque outras espécies de ciclideos e não devemos desesperarmo-nos o dia vai chegar. Em uma temperatura de 26ºC  teremos os seguintes dados

 


· No segundo dia os ovos tornam-se mais escuros.


. No terceiro dia após a postura já eclodirão mas não se movem, simplesmente é como se lhes tivessem crescido uma cauda aos ovos. Pela a noite começam então a agitar-se.


· No quarto dia agitam-se um pouco mais e caiam no solo, alguns ainda se apresentam colados entre si. Neste momento se estão com a mãe, ela encarrega-se de mudar para um lugar seguro ou qualquer outro esconderijo.


· No quinto dia continuam igual, mas já se notam os olhos.


· No sexto dia apresentam o corpo bem formado, inclusive já se distingue as diferencia da cauda e a cabeça que aparece  por um enorme saco vitelino.


· No sétimo dia distingue-se também as barbatanas peitorais os olhos com a pupila e a boca.


· No oitavo dia notam-se as primeiras manchas negras no corpo e começam a levantar-se do solo, tentando nadar.


· Entre o nono e o décimo dia conforme a amplitude do esconderijo e a tranquilidade dos pais aparecem seguindo a sua mãe. Então já se distingue muito bem a "forma do peixe" com o saco Vitalino totalmente absorvido e com as principiantes manchitas formando linhas verticais muito diferentes em relação aos exemplares adultos.


Nos dias sucessivos eles se alimentando basicamente com a artemia e assim crescem depressa.

 

Passeio da mãe kribensis "Pelvicachromis Pulcher" e os seus filhotes

 

 

Acompanham a mãe por todo o lado no aquário em busca de comida. É muito curioso quando a mãe se assusta ou se agita, as crias vão em direcção ao solo ate que a mãe relaxe e volte a nadar tranquilamente. Há sempre  alguma cria que se afasta do grupo, então a mãe não demora em pega-la com a boca para leva-la de volta paro junto dos seus irmãos. Durante um mês aproximadamente as crias mantêm as linhas verticais da sua coloração infantil, o seu crescimento é uniforme mantendo todos um tamanho igual. Seguidamente começam a aceitar a comido seca, finamente triturada e se dermos a mãe certos preparados caseiros, os filhotes rodearão a mãe para comer os restos que sai da sua boca. Alguns aquáriófilista defende a tese que a fêmea "da de comer" as suas crias desta forma, mas não creio que se pode defender esta opinião por muito enternecedora que nos pareça.

 

Entre um mês e meio a dois meses os peixinhos são totalmente independentes. Os pais disponham-se a fazer uma nova postura e é preferível separar as crias para um aquário maior para que elas cresçam melhor. Algum jovem peixe atrasar-se-á no seu crescimento e pode acontecer que os seus irmãos lhe tornem a vida impossível acabando por morrer.

Não tardam muito se manifesta as diferenças sexuais sobretudo porque os machos crescem mais depressa.

 

Para terminar gostaria de fazer alguns comentários sobre os aquáriófilista que se dedicam a reprodução de peixe de aquário.

 

Infelizmente, muitos vezes os aquáriófilista utilizam exemplares medíocres ou que são irmãos. Com eles produzem uma degeneração dos belo "Kribensis" Estamos acostumados a ver os peixes quase sem tons dourados nas barbatanas, machos sem o tom azulado nos primeiros raias das pélvicas e além disso apresentam tamanhos cada vez mais reduzidos. Há que fazer um esforço por aumentar o interesse entre os aquáriófilista e não esquecer de renovar o sangue com os magníficos exemplares que vão chegando nos importadores.